Quando o que poderia ser reaproveitado vira lixo, quem sofre é o meio ambiente.
No Brasil, cerca de 30% do material produzido a partir do cobre pode ser reciclado.
Mas há quem ache que dá para reciclar mais. E reclame da falta de regulamentação no segmento por parte dos órgãos governamentais. A alegação é de que, sem normas para a reciclagem, o que poderia ser reaproveitado vira lixo, e causa danos ao meio ambiente.
Na última edição da Revista do Meio Ambiente, o Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não-ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel), que representa mais de 90% do setor, propôs três medidas para estimular o desenvolvimento sustentável do segmento. A primeira sugestão é que sejam implementadas normas ambientais para responsabilizar todos os integrantes da cadeia de reciclagem. A segunda fala que é preciso parar de pensar que quanto maior o preço obtido na venda da sucata, maior será o resultado empresarial. E a terceira recomenda que o gerador da sucata seja considerado corresponsável no desenvolvimento de recicladores que tenham gestão ambiental certificada.
Hoje, a sucata de cobre está presente nos produtos mais populares de consumo, como telefones, computadores, carros, fios e metais para a construção civil.
Receitas:
Segundo dados do Sindicel de agosto de 2010, o faturamento líquido da indústria do cobre cresceu pelo menos 10% no segundo trimestre deste ano, na comparação com os primeiros três meses de 2010.

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