Demora em licitação de franquias, que tem de sair até 10 de novembro,pode provocar o colapso do sistema, com prejuízo para os usuários.
O risco de um apagão postal está cada vez mais próximo. A indefinição sobre o processo de licitação de franquias da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), com data-limite para ocorrer até 10 de novembro, pode colocar em colapso o sistema de entrega de correspondências em todo o País depois dessa data.
Isso porque, se Correios e franqueados não chegarem a um acordo até lá e as liminares que suspendem quase 80% dos processos de licitação estiverem em vigor, terá de entrar em ação um plano de contingência da estatal, que além de custar R$ 550 milhões, será insuficiente para resolver a questão. Documentos de circulação interna da diretoria dos Correios obtidos pelo Estado revelam que a ECT não terá condições de atender satisfatoriamente a população, caso as franquias não sejam licitadas.
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